
Foto tirada com câmera da alta resolução mostra 'lago' de gelo no fundo de uma cratera de 35 km de largura por 2 km de profundidade no Pólo Norte de Marte
Imagens do Dia do UOL.
26.07.2005 | Nos últimos 60 anos, a Câmara dos Deputados viu 180 dos seus membros serem expurgados. A maioria foi cassada por motivos políticos: foram 14 após a proibição de funcionamento do Partido Comunista Brasileiro em 1947 e 147 durante o período militar. Sobram 19 parlamentares que perderam o mandato por "quebra de decoro". Seis desses casos ocorreram como conseqüência do escândalo dos "anões do Orçamento", nos estertores do governo Collor. O aprofundamento da crise política e o início da CPI do Mensalão fazem crer que esse número vai aumentar significativamente.
Matéria completa aqui.

A cigarra e a formiga
(Versão atualizada da fábula de La Fontaine)
Era uma vez, uma formiguinha e uma cigarra muito amigas.
Durante todo o outono, a formiguinha trabalhou sem parar, armazenando
comida para o período de inverno. Não aproveitou nada do sol, da brisa
suave do fim da tarde e nem do batepapo com os amigos ao final do
trabalho tomando uma cervejinha. Seu nome era "trabalho" e seu
sobrenome sempre".
Enquanto isso, a cigarra só queria saber de cantar nas rodas de amigos e
nos bares da cidade; sem desperdiçar um minuto sequer, cantou durante
todo o outono, dançou, aproveitou o sol, curtiu para valer sem se preocupar
com o inverno que estava por vir.
Então, passados alguns dias, começou a esfriar. Era o inverno que começava.
A formiguinha, exausta de tanto trabalhar, entrou para a sua singela e
aconchegante toca repleta de comida.
Mas alguém chamava por seu nome do lado de fora da toca.
Quando abriu a porta para ver quem era, ficou surpresa com o que viu:
sua amiga cigarra estava dentro de uma Ferrari com um aconchegante
casaco de vison. E a cigarra disse para a formiguinha:
- Olá, amiga, vou passar o inverno em Paris. Será que você poderia
cuidar da minha toca?
E a formiguinha respondeu:
- Claro, sem problemas! Mas o que lhe aconteceu? Como você conseguiu
dinheiro para ir a Paris e comprar esta Ferrari?
E a cigarra respondeu:
- Imagine você que eu estava cantando em um bar na semana passada e um
produtor gostou da minha voz. Fechei um contrato de seis meses para
fazer shows em Paris... A propósito, a amiga deseja algo de lá?
- Desejo sim. Se você encontrar por lá o La Fontaine (autor da fábula
original) manda ele ir para a p... que pariu!!!
Moral da História: "Aproveite sua vida, saiba dosar trabalho e lazer.
Trabalho em demasia só traz benefício em fábulas do La Fontaine e ao seu patrão."
Trabalhe, mas curta a sua vida. Ela é única!
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Fidel diz que os EUA criam dispositivo
militar que ameaça o Brasil 07:38 (AFP) O presidente cubano, Fidel Castro, denunciou nesta terça-feira que os Estados Unidos estão criando um "dispositivo militar" para "deter" o movimento político na América Latina e intervir "inclusive no Brasil". Castro afirmou que Washington tem "uma mentalidade intervencionista" e planeja "entrar na Bolívia quando for preciso, e intervir inclusive no Brasil". Os Estados Unidos "andam buscando bases e criando dispositivos militares para deter a América Latina com as armas", disse Castro ao comentar o envio de 400 soldados americanos ao Paraguai. |
Você sabe o que é caviar?
Mulher de Marcos Valério nunca viu, nem comeu, só ouviu falar.
Na coluna de Tuty Vasquez em No Mínimo (www.nominimo.com.br)
Antonio Marcos, amigo "baiano de Belo Horizonte", manda recado falando de um erro no blog. Gravíssimo!!!!! O filme "Birdy", de Alan Parker, na verdade foi traduzido aqui como "Asas da Liberdade". È com Nicholas Cage e conta a história de um cara que volta doidão do Vietnã e jura que é um pássaro.
Obs: Em tempo - Toni, acho que o outro ator que vc falou e não lembrava o nome é Mathew Modine... Acertei???
Sobre o "Bird" que é a cinebiografia do Charlie "Bird" Parker não tem y e, como bem assinalou o Antonio Marcos, foi dirigido pelo Clint Eastwood.

Muito oportuna essa coletânea da série Dois Momentos vol. 10, com os álbuns Paulinho da Viola (1981) e A Toda Hora Rola uma Estória (1982). Encontrei por R$ 9,99 nas Americanas. No primeiro o mestre grava com a galera da Velha Guarda da Portela. Destaque para "Onde a dor não tem rãzão" e "Pra jogar no oceano". Participação especialíssima do jovem Paulo Rafael, então com 18 anos, empunhando um violão de sete cordas como acompanhante. Já o segundo traz pérolas como "Feito passarinho" e "Último lance". Um achado!!!
PS - O primeiro volume dessa série, toda produzida pelo titã Charles Gavin, traz os dois primeiros discos do Secos & Molhados. Sem comentários... Em 2000, o cara mergulhou de cabeça nos acervos das gravadoras Warner e Continental, trazendo à tona álbuns esquecidos. Ainda estou atrás do volume de Tom Zé e do Walter Franco... "Lá vai uma vela aberta/Se afastando pelo mar/Branca visão que desperta/Anseios de navegar..." Ui, deu saudade"!
Deu no site do blog Coleguinhas, uni-vos (http://www.coleguinhas.jor.br)
Significado político da manipulação na grande imprensa
por Perseu Abramo *
1. A MANIPULAÇÃO
Uma das principais características do jornalismo no Brasil, hoje, praticado pela maioria da grande Imprensa, é a manipulação da informação.
O principal efeito dessa manipulação é que os órgãos de imprensa não refletem a realidade. A maior parte do material que a Imprensa oferece ao público tem algum tipo de relação com a realidade. Mas essa relação é indireta. É uma referência indireta à realidade, mas que distorce a realidade. Tudo se passa como se a Imprensa se referisse à realidade apenas para apresentar outra realidade, irreal, que é a contrafação da realidade real. É uma realidade artificial, não-real, irreal, criada e desenvolvida pela Imprensa e apresentada no lugar da realidade real. A relação que existe entre a Imprensa e a realidade é parecida com a que existe entre um espelho deformado e um objeto que ele aparentemente reflete: a imagem do espelho tem algo a ver com o objeto, mas não só não é o objeto como também não é a sua imagem: é a imagem de outro objeto que não corresponde ao objeto real.
Assim, o público — a sociedade — é cotidiana e sistematicamente colocado diante de uma realidade artificialmente criada pela Imprensa e que se contradiz, se contrapõe e freqüentemente se superpõe e domina a realidade real que ele vive e conhece. Como o público é fragmentado no leitor ou no telespectador individual, ele só percebe a contradição quando se trata da infinitesimal parcela de realidade da qual ele é protagonista, testemunha ou agente direto, e que, portanto, conhece. A imensa parte da realidade ele a capta por meio da imagem artificial e irreal da realidade criada pela Imprensa; essa é, justamente, a parte da realidade que ele não percebe diretamente, mas aprende por conhecimento.
[*] Jornalista e sociólogo brasileiro.
Leia texto completo aqui.
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