Essa é do Barão de Itararé

" É mais fácil sustentar dez filhos que um vício". Barão de Itararé

Assim encerro o expediente da sexta-feira. Como sou filha de Deus, vou tomar minha cerveja e fumar meus cigarros, dois vícios para mim impagáveis!!!!!! E insubstituíveis, é claro. E quem gostou da frase acima e quiser mais Máximas e Mínimas do inteligente e bem-humorado Barão compre o livro ou visite a página.

Nietzsche

"Quando Nietzsche Chorou" é o nome de um romance escrito pelo psiquiatra norte-americano Irvin Yalom. Conta, de maneira sucinta, a preocupação de Lou Salomé com o processo de depressão de Nietzsche, o que poderia levar ao suicídio um dos maiores pensadores da época. Lou procura secretamente Dr. Breuer (mestre de Freud) para que ele trate Nietzsche através da "terapia da conversa", uma novidade naqueles tempos. O texto é gostoso e fluido, dá vontade de devorar. E dá vontade de voltar a ler Nietzsche. Depois publico uns trechos aqui. Próximo passo é ler "A Cura de Shopenhauer", do mesmo autor. Significa que, finalmente, consegui me livrar de "Mrs. Dalloway", o arrastado livro de Virginia Wolf que inspirou o filme "As Horas"... Outro livro dela, "Rumo ao Farol", vai ter que esperar muito na estante ainda...

Vagabundo

Ainda não cansei de ouvir "Vagabundo", trabalho do Ney Matogrosso em parceria com Pedro Luís e A Parede. Vi o show na Fábrica Tacuruna durante o Carnaval e fiquei embasbacada, depois do que corri atrás do disco. O show no Guararapes não pude ver (R$ 80, ninguém merece...). A sintonia de Ney e Pedro, tanto no palco quanto no estúdio, é total. O repertório é uma coisa, algumas músicas grudam feito chiclete, da música de abertura ("A ordem é samba", de Jackson do Pandeiro) ao final ("Jesus", do Pedro Luís), o que se vê é um show de talentos.

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