Fechando a sexta-feira...

Frase do dia no Blog do Noblat:

"É tão curto o amor e tão longo o esquecimento."

Pablo Neruda, poeta chileno

 

Foto do dia:

 

Um homem monta seu cavalo rumo ao acampamento militar na vila de Tvarozna, perto da cidade do sul de Moravian de Brno, na República Tcheca.

Fonte: Imagens do dia - Galeria Reuters.

 

Rousseau, religião e moral

Rousseau foi taxado de intolerante e dogmático, mas o filósofo francês foi tudo, menos sectário

Quando a crise ética se generaliza, ressurgem os filósofos preocupados com a intolerância. Caso não sejam pensadas e prevenidas, as violências físicas e simbólicas podem conduzir à morte de milhões, uma certeza anunciada em notícias sobre o terror. É comum o pavor esconder-se sob a máscara religiosa. Na intransigência no dogmatismo assassino, encontra-se um complexo de paixões e doutrinas denominado fanatismo. Contra essa teratologia moral, o pensamento cético exerce influência muito salutar. O militante fanático devora o seu deus, se empanturra com verdades absolutas, expele ódio. Este último explode as suas entranhas, cujos estilhaços matam inocentes e os jogam rumo ao Nada. A dúvida é antídoto poderoso contra essa antropofagia. Montaigne, o homem do “que sais-je?”, é o grande nome no combate ao fanatismo. Depois vêm outros iguais ao muito equívoco Pierre Bayle, que afirmou ser possível viver a moral correta em sociedades atéias. Finalmente, a memória chama os francamente ateus: Diderot, por exemplo, para quem não se deve transformar Deus em um punhal. Poucos aceitam que Rousseau também recusa o fanatismo. O campeão da igualdade é visto como intolerante e dogmático, imagem devida aos radicais da Revolução Francesa que, no Terror, usaram o nome do filósofo para abençoar a guilhotina dirigida contra os “inimigos do povo”. No mesmo intento, veio o projeto de impor um estranho culto ao Ser Supremo. Desse modo, o Contrato social é visto, de maneira enganosa, como a fonte do fanatismo político laicista e da intolerância democrática.

Texto completo na revista Cult.

02/12/2005 - 16h46

BBC mostra Lennon cansado de McCartney

da Efe, em Londres

John Lennon confessou que tanto ele como George Harrison e Ringo Starr estavam "de saco cheio de serem acompanhantes de Paul" (McCartney). A afirmação foi feita em entrevista de 1970 para a revista "Rolling Stone" e que será transmitida pela rádio BBC pela primeira vez, em memória pelos 25 anos do assassinato do ex-Beatle.

"Após a morte de Brian Epstein (agente dos Beatles), Paul tomou o controle e supostamente nos liderava; mas como ia nos liderar se não fazia mais do que vagar sem rumo?", diz Lennon na entrevista, concedida ao fundador da revista de música, Jann Wenner, oito meses antes da desintegração do grupo.
 
Matéria completa aqui.

A demagogia eleitoreira de FHC
Altamiro Borges



O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso é realmente um cínico – além de vaidoso e pretensioso. Na longa entrevista que concedeu à nova revista do PSDB, Agenda 45, lançada no convescote tucano deste final de semana, ele tenta vender a imagem de que é um santo e culpa o governo Lula por todos os males que afligem o país. Após ser escorraçado nas urnas em 2002, numa eleição em que os cinco candidatos da oposição somaram mais de 77% dos votos no primeiro turno, em que até o candidato governista tentou se travestir de diferente e em que Lula foi eleito com quase 53 milhões de sufrágios, FHC aposta na ausência de memória para alavancar a revanche do bloco liberal-conservador em 2006. É muita desfaçatez!

Gostou? Quer mais? Então acesse http://locoporti.zip.net e veja o texto completo!

Companheiro Lula sempre antenado às idéias que valem a pena.

[ ver mensagens anteriores ]
Visitante número: